FLEXBONE

Nada mais é que a Wishbone “flexibilizada”.

Essa formação ofensiva é praticamente igual a Wishbone, mas os halfbacks agora estão alinhados como Wingbacks ou back-slots (como preferir), dando uma opção de mais 2 jogadadores em passes verticais e uma amplitude maior na scrimmage, permitindo mais vantagem numérica contra defensores nas laterais. O ataque balanceado atrapalha a defesa, não permitindo escolher um lado forte e permite ao ataque fazer as jogadas em qualquer direção.

Ela usa e abusa do triple option e as variações permitem ajustar os bloqueios sem precisar modificar as jogadas, de acordo com a leitura do ataque. Isso permite usar um número bem menor de jogadas no playbook, adicionando poucas jogadas para surpreender a defesa em passes com ou sem playactions, além de passes em profundidade.

Paul Johnson (Geogia Tech) usava as chamadas de jogadas por um método interessante: “E Se” (If-Then). Se a defesa fizer isso, o Quarterback vai chamar isso.

Apesar de “vender” corridas e desvios o tempo todo, o ataque pode se tornar aéreo também, o jogo de passes pega a defesa de surpresa usando o conceito Run ‘n’ Shoot (Corra e então Passe) e em play actions que simulam corridas repetidas em muitas situações durante o jogo.

Os recebedores tem opções de rota de acordo com a cobertura e o quarterback tem a mesma leitura (muito treino de “If Then”) já sabendo qual rota o recebedor deve fazer.

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